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terça-feira, 1 de abril de 2008

Um pouco do Universo para nós

A profecia do Calendário Maia nos avisa de que está na hora de desmontar o Ego e recuperar a memória e os poderes mentais e espirituais perdidos ao longo do tempo. Dons e dotes que fomos perdendo através das preocupações, sentimentos de posse e jogos de poder.

Como fazermos isso nesta loucura em que vivemos?

Usarmos os conhecimentos comuns e eliminarmos as diferenças, seja de raça, crença, escolha sexual, idade, valores, ou o que for.

Quando estudamos o Calendário Maia, como um fractal do Universo, observamos que Deus provê uma análise combinatória que envolve tantos elementos para que cada indivíduo, humano ou não, de uma raça, seja o que o nome diz: um ser único e indivisível. Isto se chama cuidar da natureza, onde os seres são respeitados cada um em sua função ou jornada.

A natureza é composta de sete fontes distintas: sol/ calor e criação; lua/ as quatro fases da vida; estrelas/ os conhecimentos dos antigos; terra/ elemento básico da vida; água/ do que dependemos; vegetais/ nossa alimentação; animais racionais e irracionais. Todos os povos antigos estudavam e respeitavam o mundo desta forma e não estamos questionando religiões ou influencias dos mais variados tipos.

Essa Teia de Luz é Deus, e os Tons e Selos Maias mostram o Tear de Deus, um fractal de como esse Tecido Sagrado se manifesta.

O Calendário Maia ratifica os conhecimentos das várias escolas iniciáticas da Índia, da China, do Japão, do Egito, da Cabala, etc, acrescentando-lhes alguns detalhes e esclarecendo outros desde épocas muito remotas.

Percebi que cada uma delas representa a função mais desenvolvida em cada uma das quatro raças mencionadas no Calendário Maia como formadoras da raça humana.

A maestria de cada raça, naquela função, foi se incorporando ao código genético e, desse modo, permitindo a evolução daquela raça, no planeta que habitava anteriormente.

Ao virem para a Terra, deveriam se misturar, para que os conhecimentos adquiridos por cada uma passassem a ser patrimônio de todos, sendo incorporados ao novo código genético, produto da combinação das quatro raças.

Nosso maior desafio individual e coletivo é integrar as funções antagônicas, equilibrando todas até chegarmos a um ponto comum sem fanatismos e abertos a tudo. Fato bem complicado nos dias de hoje.

Mesmo quando somos bem sucedidos, a função antagônica geralmente só é integrada na maturidade...

Que maturidade seria esta?

Aquela onde na Terra, você lembra do que veio fazer e onde seu ego é eliminado. Onde você contribui com os seus talentos antigos e não cobra nada por eles. Onde você cresce e deixa todos crescerem.

Utópico? Nem tanto!

Todas as forças do Universo atualmente nos levam a crer que parecemos ter medo de nós mesmos e do que nos rodeia.

Medo do aquecimento global, da violência sem limites, das dificuldades financeiras, das doenças criadas em laboratórios e das doenças criadas pelas próprias emanações de energia nefasta do ser humano. Nós construímos e destruímos durante milhões de vidas ou encarnações e agora estamos simplesmente colhendo o que plantamos.

Esta na hora de analisar com calma esse procedimento e entender realmente os ensinamentos sagrados. Nada muda se não conseguimos primeiro mudar o nosso modo de agir e interagir com todos e com tudo.

O individuo só entendera este processo, quando eliminar a raiva do que lhe acontece, da inveja do que o outro conseguiu, do orgulho e presunção de achar que nada mais precisa aprender e analisar que tudo isso é o ego inflado falando mais forte.

Desejo a todos boas tomadas de decisões, onde o tempo urge e nossas atitudes individuais são o fator mais importante de mudarmos o nosso grupo.

Se cada um fizer a sua parte algo melhor estará acontecendo todos os dias.

Luz e Paz,

Marilda Jorge

2 comentários:

Flávio Scalpini disse...

Muito boa essa postagem, meus parabéns!!! Vi em minha própria vida que essas coisas todas estão acontecendo e agora posso tomar as rédeas e mudar tudo!!!

Flávio

Marilda Jorge disse...

Obrigada por participar e gostar.
Luz e Paz
Marilda Jorge

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